quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Massacre somente em 2011!

2010 foi um ótimo ano para o Massacre! Lançamento do CD “4 Way for Destruction”, material lançado no Brasil e Japão, shows e viagens memoráveis como os shows com Varukers em Piracicaba e com Darge em Indaiatuba.

...Mas hoje anunciamos uma pequena parada com volta prevista para o início de 2011! Que será um ano cheio de novidades para o Massacre! Voltaremos com nova formação! Jô, Dadá e também o Guto nos vocais, que inclusive deverá ser o vocalista mais presente nos shows, já que o Jô e o Dadá estarão mais focados na gravidez de suas mulheres e na chegada das crianças! Além do Guto no vocal, o Massacre começará o ano com um novo integrante no baixo (o nome será anunciado somente em 2011).

Bebês a caminho, novos integrantes e cirurgia: no mês que vem eu vou passar por uma cirurgia e terei que ficar afastado da bateria por 2 meses, por isso, anunciamos essa parada “forçada” durante o final deste ano.

Nos vemos em breve amigos(as)!


é nóis!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Seja bem vindo, Guto!

Eu, o Jô, o Dadá e o Agá somos uma família e o Massacre é o elo entre nós. Lembro de um dia que íamos tocar e planejamos o seguinte: ensaio pela manhã, almoço na casa do Agá de tarde e show em seguida. Eu e o Jô, chegamos cedo na quebrada e sentamos num barzinho pra esperar o Dadá e o Agá. Pedimos uma gelada e uma porção de queijo. Depois colou o Dadá e em seguida o Agá. Ficamos lá na mesa, de boa, conversando sobre a vida, sobre as crianças, os corres e decidimos que ficar ali, entre família, os quatro irmãos era a melhor coisa a fazer. Desistimos do ensaio e ficamos por lá até a hora do almoço. Depois fomos pra casa do Agá almoçar e seguimos pro show.

Esse é apenas um de tantos outros episódios que simboliza a reunião da família, o prazer em estarmos juntos. Em muitos casos, os verdadeiros amigos merecem muito mais amor do que a própria família de sangue. Um amigo você conquista, cria um vínculo forte, uma união. A família ninguém escolhe. Mas nós resolvemos escolher. Além das nossas famílias que merecem todo nosso amor, cada um de nós, nos tornamos irmãos uns para os outros.

No dia 22 de junho de 2008, tocamos pela primeira vez com a banda Praia de Vômito e de lá pra cá, foram vários shows juntos, encontros e idéias que aproximaram o Guto e o Douglas do Massacre, e os dois se tornaram grandes amigos. O Guto inclusive cantou alguns shows com o Massacre e sempre demonstrou entender exatamente o laço que nós tínhamos em comum (entre cada um do Massacre) e aos poucos foi se tornando um membro da família e hoje temos o prazer de anunciá-lo como novo integrante da banda.

Seja bem vindo Guto! Você se tornou um irmão indispensável pra nós!

A família Massacre recebe você, a Cris, e seu irmão (que é um filho pra ti) e aguarda com muito amor o terceiro filho do Dadá (primeiro de sangue).

Com amor,
Ví.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Resenha "4 Way For Destruction" na Revista 100% Skate (Abril 2010)

O conceito de lançar “splits” é uma prática comum na cena punk/hardcore. Consiste basicamente em duas ou mais bandas dividindo um mesmo CD (ou vinil/k7). No caso desse split, são 4 bandas numa só bolacha, duas do Japão e duas do Brasil. A divisão não cessa por aí, afinal dois selos repartiram os custos do disco, o brasileiro Cospe Fogo e o japonês Karasu Killer. Pelo lado nipônico do 4split temos o excelente Darge, da cidade de Gifu, que conta com um brasuca na formação, Rafael Karasu (sim, o dono do selo Karasu Killer), e o Encroached da capital, Tokyo. Representando o Brasa, diretamente da Zl paulistana , o Massacre em Alphaville (adoro esse nome) e sua sonoridade a lá Disrupt, e o Under The Ruins, do Distrito Federal. O fato de haver 4 bandas não significa estilos diferentes ou paz pro seu ouvido: elas estão juntas porque rezam na mesmíssima cartilha. A cartilha da destruição.

Por: Marcelo Viegas

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

NOVO CD + SHOW

Salve galera!

2010 está começando pro Massacre! Domingo tem show no Covil 360 e nosso novo CD já está nas mãos! Segue abaixo as infos sobre o CD e show!

CD 4 WAY FOR DESTRUCTION

COMPRE JÁ! R$ 15,00 (R$ 10,00 CD + R$ 5,00 frete para qualquer lugar do Brasil!). Envie e-mail para: massacremalphaville@gmail.com

resenha por Felipe Nascimento

Graças à iniciativa e colaboração entre Kasaru Killer Records e Cospe Fogo Gravações, selos, respectivamente, japonês e brasileiro e especialmente das próprias bandas envolvidas no 4-Way for Destruction, foi possível chegar aos nossos ouvidos esse projeto que une duas cenas tão distantes e de tamanha qualidade para os fãs de um bom crustcore.

Os japoneses do Darge abrem o disco sem que possamos dizer que de forma muito simpática ou acolhedora. Aliás, está mais para uma frente de batalha do que para uma recepção, no fim das contas. Change tem uma introdução que poderia muito bem ter sido do Disrupt e segue numa linha tradicional e certeira, com uma guitarra que chama atenção pelas thrashadas, sem deixar de lado o clima punk-de-guerra das canções. A banda mantem essa atitude de simplicidade sem previsibilidade, escolha arriscada mas muito bem postada aqui. Destaque para a faixa I Reveal It! , em que as bases rasgadas e o vocal à la Discharge dão uma aula de criatividade agressora e direta, sem esquecer do ótimo cover de Não me Importo do Ratos de Porão.

O Massacre em Alphaville começa lento e sombrio, com vocais metaleiros e apresenta a maior variação de ritmos presente em todo o disco. O que é interessante é que isso não soa confuso ou sem critério, muito pelo contrário, as composições combinam muito entre si e têm uma gama de elementos que vão do His Hero Is Gone ao Crust finlandês, passando por Slayer sem medo de ser feliz. É surpreendente a maturidade e a segurança do material. Os vocais seguem ora simétricos, ora bagunçados, dando um tom perturbador e urgente aos petardos periféricos do quarteto. Destaque para Antiga Bandeira, faixa emblemática dessa bem sucedida mescla de referências.

Depois o clima piora ainda mais. Fica por conta do
Encroached mais desarmonia, dissonância e arranjos quebrados, muito bem resolvidos, gerando o que podemos dizer que seria um encontro do Black Flag com a escola japonesa de música rápida. As músicas são curtas e a sensação é a de ter passado um mal-espírito tão depressa que fica difícil descrevê-lo, restando apenas uma irremediável tontura causada pela pancada. Headless Insect é o tipo de refrão que poderia ser cantado por uma multidão, se não viesse em cima de uma locomotiva diretamente do inferno, com o maquinista de ressaca. Trechos de letras na língua nipônica dão um toque a mais nesse caprichado encosto.

O combinado termina com uma banda muito representativa de toda essa proposta musical. Trata-se dos brasilienses do Under the Ruins que tem os dois pés fincados no punk e crustcore europeu e a cabeça em Motorhead e nas bandas nacionais. Chama atenção a semelhança com bandas da velha guarda brazuca, principalmente o Olho Seco . Mas também há um flerte com o metal, principalmente por parte das guitarras, ajudando a formar um conjunto muito bom pra se ouvir na estrada, a bordo de um tanque de guerra. A faixa em questão é Stumbling In Human Bones, acompanhada por uma bela vinheta do tipo “Aqui Agora”.

SHOW NO COVIL 360

BANDAS: Massacre em Alphaville / L’enfer / Melody Monster / Gorfada
DATA: 07/02 (domingo), a partir das 16 hrs
LOCAL: Covil III 6 Zero – Av. Miguel de Castro, 360 – Pirituba
VALOR: R$ 5,00
COMO CHEGAR: (opção 1) Pegar ônibus Terminal Pirituba no Largo do Paisandú (em frente à galeria do rock) e descer no ponto em frente ao Parque Rodrigo de Gaspieri. Outras opções de ônibus partindo do Terminal Pirituba!